A utilização de compósitos fibrosos em equipamentos desportivos é relativamente recente. A sua utilização neste tipo de dispositivos ocorre devido a várias vantagens: facilidade de transporte, desempenho, redução de peso, durabilidade e reduzida manutenção.

Inicialmente, como reforço de materiais compósitos, eram utilizados materiais naturais, como a madeira, devido à sua boa absorção ao impacto, contudo estes materiais apresentavam alguns inconvenientes. A sua natureza anisotrópica resultava numa resistência pouco uniforme e uma grande absorção de humidade que proporcionava várias deformações.

Nos anos 70, metais leves, como o alumínio e o titânio, tornaram-se muito populares em aplicações desportivas, devido à sua rigidez e leveza. Contudo, mesmo pequenas tensões neste material causavam grandes deformações.

Posteriormente, os compósitos em fibras de vidro e carbono com matriz polimérica do tipo epóxida, entre outros polímeros, substituíram os materiais metálicos. A anisotropia destes materiais permitiu a obtenção de maior resistência em aplicações onde esta é fundamental. Por outro lado, estes compósitos oferecem uma maior rigidez, resistência à fadiga e amortecimento quando comparados com os metais.

A utilidade dos compósitos nos equipamentos desportivos depende da sua finalidade. Por exemplo, em algumas modalidades, é necessário uma boa absorção ao choque, enquanto que noutras é necessário uma perda mínima de energia, de forma a proporcionar maiores velocidades.
As propriedades dos equipamentos dependem dos materiais utilizados, do design e da tecnologia de produção utilizada.

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