Mensagem Editorial

Raul Fangueiro, Coordenador da Fibrenamics

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Todas as empresas são geradoras de informação!
É uma afirmação forte que cada vez faz mais sentido neste novo paradigma da economia digital.

Na indústria, a maioria das empresas está hoje em dia bastante atenta ao potencial que poderá resultar do processo de digitalização do seu modelo de negócio. Sendo inegáveis as vantagens decorrentes de novos modelos baseados na digitalização, esta mudança está a ser encarada transversalmente a toda a cadeia de valor aumentado a rapidez de execução e a agilidade de resposta, mas é na componente analítica que as empresas adquirem novas armas.
A informação que até agora estava dispersa e que por vezes não chegava aos decisores, é agora acessível em tempo real. São métricas e dados de apoio à tomada de decisões. Afinal onde devemos investir: materiais, tecnologias, produtos? A resposta agora será sempre mais bem fundamentada e segura.

Na economia digital o cliente assume uma nova centralidade aceitando partilhar esta informação, mas também sendo mais exigente com os resultados. Personalização e imediatismo é o que procuram e são estas as palavras de ordem para as empresas que não querem perder o comboio da digitalização. Esta transformação da relação entre oferta e procura é irreversível e tem estado na génese de várias empresas que vieram alterar alguns dos setores tradicionais da economia como a Uber ou o Airbnb.
Na indústria também já encontramos exemplos de mudança do paradigma. Vejam o caso da General Eletric que decidiu digitalizar todos os processos da organização passando de uma cultura de acompanhamento de objetivos anual para follow ups mensais ou semanais com a informação a fluir pela empresa, independentemente da hierarquia.

As empresas que ainda não abraçaram a era da economia digital, a curto prazo, serão forçadas a investir em projetos de digitalização…

As empresas que ainda não abraçaram a era da economia digital, a curto prazo, serão forçadas a investir em projetos de digitalização dos seus modelos de atuação, seja na gama de produtos, no processo de distribuição ou mesmo nos processos internos de fabrico, sob pena de serem ultrapassados por novos players mais preparados digitalmente e com capacidade de resposta a um mundo digitalmente conectado.

Nesta Newsletter Fibrenamics temos a honra de contar com a visão do Professor Fernando Santor da Universidade Federal de Pampa sobre esta temática da digitalização. Por outro lado, também o nosso parceiro IMPETUS nos dá a conhecer a sua visão e experiência com a economia digital, sendo que partilhamos igualmente as ideias mais importantes que recolhemos na nossa participação na BOOM – Massive Growth Week, no Porto. O projeto FlexComp, está igualmente em destaque nesta edição, mostrando-se os resultados obtidos na parceria entre Fibrenamics e Sonae Indústria de Revestimentos. Por fim, é com enorme orgulho que mostramos a nova imagem da Fibrenamics apresentada publicamente em março.

Fibre the Future!
Raul Fangueiro