Artigo de opinião

Rui Martins – CEO da Inovafil

Todos nós nos interrogamos sobre o qual e como traçar o rumo para o futuro na Indústria Têxtil em PT, o caminho é um só, INOVAÇÃO.
Inovar, cujos muito significados redundam em criar algo de novo, algo diferenciador, reinventar o que existe ou o que já existiu, é algo muito mais amplo e abrangente quando devidamente interpretado.
Na IT esse processo já começou, iniciou-se em si própria pela capacidade de reinventar uma indústria por muitos vaticinada como uma Indústria tradicional, conotada como conservadora, estática, incapaz de sair do estigma de fazer o que lhe pedem ao mais baixo preço possível, logo condenada. Levantamo-nos das cinzas, talvez porque nós portugueses possuirmos genes inovadores, pois a nossa capacidade de inovar ao que no “desenrasque” diz respeito era sobejamente conhecida. A inovação desagua em valor, valor acrescentado que culmina em motivação. Agora compete-nos estruturá-la, para que esta faça parte da cultura, difundi-la nas organizações, para que inovar nos produtos, nos processos e nos serviços, continue a transformar os gestores e passe a ser a competência que “alimentará” as empresas.

O projeto Inovafil pretende ser e dar o seu contributo a este caminho, criado no setor da fiação, o mais crítico, de alto investimento e Know-how específico, nasce para fazer jus ao seu nome. Com o Inova no seu ADN, aporta investimento e conhecimento a um Layout moderno e versátil, um projeto novo que começou por readaptar mão-de-obra experiente, de lhe adicionar juventude, capacidade de trabalho, de a pulverizar com motivação e vontade de vencer. Hoje com tão pouco tempo de existência pretende afirmar-se no mercado, através de parcerias com Clientes, Fornecedores, Centros tecnológicos, Universidades, e de mais intervenientes. Organiza-se no sentido de Inovar de forma estruturada através da implementação, em paralelo, dos Sistemas de Gestão (ISO 9001) e SGIDI.

Tendo como foco o Cliente, pretende ser mais do que um simples parceiro, ser uma fonte de inspiração, através das suas coleções, criar soluções, transformando-se num membro, parte integrante dos processos de investigação e desenvolvimento de um mercado cada vez mais conhecedor e exigente.
Vencida a batalha, exige-se uma mudança de atitude aos órgãos políticos, decisores, que a apõem nas várias vertentes, abram-se os cursos técnicos e superiores, para que desta forma se resolva o presente e se proteja o futuro, pois não tenhamos quaisquer dúvidas que é neste campo que o jogo se decide.

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