Stent Entrançado Fibroso com Propriedades Antimicrobianas

01-02-2013 a 01-02-2017

Os stents metálicos comummente utilizados apresentam várias desvantagens, tais como: corrosão, infeção e reestenose, levando a complicações de saúde para o paciente, ou mesmo à sua morte.

Apesar de existirem diferentes tipos de stents, como os stents farmacológicos, não existe um stent “ideal” capaz de eliminar as desvantagens dos stents comerciais.

Assim, o principal objetivo deste trabalho é o desenvolvimento de um stent à base de materiais fibrosos, capaz de eliminar ou minimizar as desvantagens dos stents metálicos, aumentando a vida útil do stent e o bem-estar do paciente. Além disso, a principal inovação deste trabalho é a incorporação de nanopartículas ou nanorevestimentos à base de prata na superfície do stent, de modo a que esta possa ser libertada de uma forma controlada, ao longo do tempo, proporcionando um efeito antimicrobiano contínuo e prevenindo a infeção.

A prata, sendo incorporada diretamente na superfície do stent, fornece apenas um efeito antimicrobiano durante o período imediatamente após a inserção do stent. Assim, a principal motivação deste trabalho é compreender o mecanismo de libertação da prata, de modo a otimizar as propriedades antimicrobianas, e minimizar as desvantagens associadas aos stents metálicos atuais.

Este projeto é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e decorre no âmbito do doutoramento da investigadora Rita Rebelo sob orientação de Raul Fangueiro e co-orientação de Sandra Carvalho e Mariana Henriques.

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DEB 2014-10-10 11hr 00min
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Consórcio

Financiamento

Fibrenamics
2C2T
Fundação para a Ciência e a Tecnologia
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